Maekar Tumblestone
PLAYER Arquimeistre
Registro de Personagem
Nome

Maekar Tumblestone

Casa —
Título Guarda da Casa Baratheon
Nascimento —
Falecimento —
Photoplayer —
Status active
Ocupação
Não informada
História
Ninguém sabe o nome verdadeiro do pai de Maekar. Ele nasceu numa casa de campo nas Terras Fluviais que o gofo engoliu numa única noite -- incendiada por bandidos que queria mais do que apenas ouro e jóias. Quando o fogo se cansou, restaram cinzas, vigas caídas e o choro de um recém nascido entre os escombros.
Foi Oswyn, o ferreiro de uma vila vizinha, quem o encontrou -- percorria as ruínas à procura de metal aproveitável, porque a morte sempre deixa sombras, e achou a criança ilesa no meio das brasas -- exceto pela sujeira. Não havia como saber de quem era filho. Oswyn o criou como se fosse seu, deu-lhe o nome de Maekar porque sonhara com um nome de rei, e lhe ensinou o ofício: o martelo, a bigorna, o aço que se curva à paciência de quem sabe esperar. Maekar cresceu entre carvão e fumaça, e aprendeu cedo que as mãos de um homem valem mais do que a palavra dele.
Oswyn morreu de velhice quando Maekar tinha dezessete anos, deixando-lhe as ferramentas e um cavalo magro. Errou pelas estradas até que Sor Raymun, um cavaleiro andante de meia-idade, o tomou como escudeiro -- não por piedade, dizia, mais porque o rapaz consertava armaduras e não reclamava da chuva. Seis anos de serviço, e Maekar foi armado cavaleiro num septo de aldeia, depois de uma noite inteira de vigília diante dos Sete.
Foi numa estalagem que conheceu Elena, filha do estalajadeiro -- moça de mãos firmes e olhar curioso, que não se assustava com o silêncio dele nem com as cicatrizes. Casaram-se no mesmo septo onde ele fora armado. Ele abriu uma forja, ela cuidava da casa, e por um tempo o mundo foi quase bom.
O ouro faltava, como sempre falta. Quando Maekar soube de um torneio na corte de um senhor das margens do Tridente, com boa soma para o campeão, partiu -- jurando voltar com ouro suficiente para o inverno. Elena sorriu, chamou-o de tolo e o beijou na soleira da porta.
Ele venceu o torneio. Cavaleiros andantes raramente vencem torneios, mas aquele dia foi dele. Voltou com o ouro no cinto -- e encontrou a vila revirada. Foragidos haviam descido dos bosques na sua ausência. Elena morrera protegendo as crianças do vilarejo. Acharam-na abraçada a um menino que não era seu, com uma lança atravessada no peito.
Maekar enterrou a esposa ao lado do ferreiro que o criara, pendurou o martelo da forja que nunca mais acendeu e partiu. Não fica em lugar nenhum por mais de uma estação, aceita trabalhos simples, recusa honrarias e olha para as crianças como quem conta algo que não quer lembrar. Adotou Tumblestone como sobrenome, em memória às duas pessoas mais importantes de sua vida. Cavaleiro andante de poucas palavras, com um escudo gasto onde um martelo e uma bigorna foram pintados -- e umapergunta que ele nunca faz em voz alta, "se eu tivesse ficado, ela estaria viva?"
Árvore Genealógica
PERSONAGEM Maekar Tumblestone
CÔNJUGE —
Filhos
Nenhum filho registrado.
VÍNCULOS EM JOGO

Relações

Relações declaradas por este personagem com outros personagens cadastrados.

Nenhuma relação foi registrada ainda.